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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pintor cria 'ilusão de ótica' em murais

Este mural simboliza o uso da água de Owens Valley para suprir os moradores de Los Angeles.

Aqui, o artista 'abre' as páginas para mostrar camadas de história em Bishop, com um cão, no alto, 'cheirando' os ossos

A pintura conta a história do Río de Las Mercedez, na Califórnia.

Este mural foi pintado como se fosse a extensão de um café em San Jose, também na Califórnia.

O mural, pintado em um hospital, visa inspirar a cura, com a 'escultura' de uma família no centro.

Aqui o detalhe de um gigantesco mural em um shopping center de Palo Alto, na Califórnia.


Neste mural, o artista parece estar dormindo em frente à obra inacabada e sonhando com um touro.

A pintura O Poder da Onda foi uma das mais trabalhosas já realizadas por John Pugh (Fotos: John Pugh).


O artista americano John Pugh acaba de completar mais um de seus murais tridimensionais que tem como objetivo causar ilusão de ótica no público.A gigantesca onda pintada na parede de um edifício em Honolulu é tão realista que, pouco antes de a pintura ser concluída, um carro de bombeiros chegou a parar para tentar resgatar as crianças retratadas.

Eles só se deram conta do engano a cerca de três metros de distância da obra intitulada Mana Nalu (O Poder da Onda).

A técnica conhecida como Trompe L'Oeil - que significa ilusão de ótica - usa a perspectiva para criar as pinturas tridimensionais.

A proporção tem que ser exata, para ter o efeito de "enganar" o olho.

"Concluí que a linguagem de 'ilusões em tamanho natural' me permite me comunicar com uma audiência bem grande", disse Pugh em seu website.

"O fato de que as pessoas gostam de ser enganadas visualmente parece ser universal."

Além das pinturas tridimensionais, Pugh também cria ilusões arquitetônicas para ajudar na composição artística.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/05/090527_galeriailusaootica_ba.shtml

domingo, 17 de maio de 2009

Arte - Artista usa barrigas de grávidas como tela de pintura

Uma artista especializada em pinturas em rostos resolveu usar barrigas de grávidas como tela para sua arte e está atraindo o interesse de várias futuras mães na cidade de New Brighton, no País de Gales.
















Por enquanto, Erica Norman oferece a pintura para futuras mães gratuitamente para montar um portfólio e, posteriormente, comercializar o trabalho.

Erica oferece um pacote que inclui a pintura - que leva cerca de duas horas - e um ensaio fotográfico
"No final das contas, acho que devemos celebrar nascimentos e barrigas. Quero oferecer isto como um serviço para mulheres grávidas. É meio diferente e legal para as futuras mães, que acabam tendo um tempo para elas", afirmou a artista.

Mari Williams, que está grávida de pouco mais de 8 meses de seu segundo filho, resolveu servir de cobaia e gostou da experiência.

"Decidimos dar uma cara colorida e vibrante à minha barriga. O processo todo é muito relaxante, um pouco como receber uma massagem", afirmou Mari.

Segundo Mari, seu bebê também parece ter gostado do carinho que os pincéis fizeram na barriga, já que repentinamente a tela começou a se mover.

Mari ressaltou que não teria se submetido à experiência se Erica não tivesse explicado que todas as tintas são a base de água e aprovadas pela Associação de Pinturas de Rosto.

A britânica grávida reconhece que muitas futuras mães não veem motivo nenhum em tirar uma foto de suas "barrigas imensas, distorcidas, especialmente se estiverem com estrias, veias aparecendo ou umbigos proeminentes".

"Por outro lado, a maioria de nós secretamente se sente orgulhosa que nosso corpo, que criticamos constantemente por ser muito grande, muito pequeno, muito gordo, etc, etc, de repente está formando, alimentando e protegendo um novo ser humano. Então, por quê não acrescentar uma pitada de tinta e alguma cor nesse processo?", disse ela.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/02/090220_barrigas_pintadas_aw.shtml

terça-feira, 12 de maio de 2009

Museu islâmico do Catar exibe obras para aproximar civilizações

ARTE E FÉ

O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, como este prato pintado, da Turquia, datado de 1600 a 1610.
O Museu promove a aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações, através de obras como esta pedra em quatro línguas, datada de 1149.
A última exibição reuniu obras que mostraram a influência islâmica em outras civilizações, como neste jarro de jade, do norte da Índia, século 18
A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico

O museu quer se tornar uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades
O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.


Museu islâmico do Catar exibe obras para aproximar civilizações

Tariq Saleh

De Beirute para a BBC Brasil



O Museu de Arte Islâmica do Catar exibe obras de diferentes religiões e culturas, promovendo a tolerância e aproximação entre o mundo islâmico e outras civilizações.

Embora tenha sido construído para exaltar a arte islâmica em diferentes períodos da História, o museu vem exibindo diversas coleções que representam fés distintas pelo mundo.

A última exibição, intitulada Além das Fronteiras: arte islâmica através das culturas, reuniu obras de seu acervo e de outros museus pelo mundo que mostraram a influência islâmica em outras civilizações.

Segundo a direção da instituição, a ideia é fazer com que o museu se torne uma ponte para a construção de confiança e cooperação entre diversas comunidades e fés religiosas.

Educação

O museu custou US$300 milhões e foi construído numa ilha artificial localizada a 60 metros da costa de Doha, capital do Catar.

A ideia de construir um museu foi do Emir do Catar, o xeique Hamad bin Khalifa al-Thani, e sua esposa Mozah bint Nasser al-Missned.

A própria Mozah é enviada especial da UNESCO para a Educação desde 2003, e é ativa no projeto Aliança de Civilizações das Nações Unidas, que realizou sua segunda conferência há mais de um mês em Istambul, na Turquia, reunindo representantes de diversos povos e culturas para combater a discriminação, o racismo e construir confiança entre as fés religiosas.

Beleza sem religião

De acordo com Mayasa bint Hamad al-Thani, filha do emir e que dirige o órgão responsável pela administração dos museus do Catar, exibições como Além das Fronteiras refletem a diversidade cultural do mundo islâmico.

"Isto reafirma a noção de que beleza não conhece religião ou fronteiras políticas", disse ela ao site oficial do museu.

A coleção permanente do museu inclui manuscritos, livros, cerâmicas, trabalhos em metal e madeira, tapetes, tecidos e invenções científicas do mundo islâmico.

Inaugurado em novembro de 2008 com um show de fogos de artíficio para cerca de 1.000 convidados, o museu foi projetado pelo renomado arquiteto chinês-americano I. M. Pei, que foi convencido a sair da aposentadoria para completar o projeto que durou quatro anos.

Pei conhecia pouco sobre cultura islâmica e teve que viajar por diversos países muçulmanos para aprender e pesquisar sobre os aspectos da vida islâmica.

De acordo com o museu, o próprio Emir do Catar começou a colecionar arte islâmica no início da década de 90, doando depois toda sua coleção para o novo museu.

Desde então, ele vem autorizando a compra de diversas coleções pelo mundo, da Espanha até a Ásia Central e Índia, cobrindo um período do século 7 ao 19.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090511_museu_tariq.shtml

domingo, 10 de maio de 2009

Arte sobre penas



http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090325_artistapenasganso_ba.shtml

domingo, 3 de maio de 2009

Estudante de arte faz carro 'desaparecer'

BBC BRASIL

Uma estudante de arte tornou um carro velho "invisível" usando tinta e pincel.

Sara Watson, que estuda na Universidade de Central Lancashire (Uclan), passou três semanas pintando um carro modelo Skoda para que não fosse mais possível distingui-lo do cenário em volta - o de um estacionamento da escola na cidade de Preston.

"Eu estava experimentando com o conceito de ilusão mas precisava de alguma coisa mais física para produzir um impacto real", disse a estudante.

O carro está sendo usado agora como propaganda para a empresa de reciclagem de materiais Recycling Lives, que cedeu o veículo para Watson.

O dono da empresa disse que ficou impressionado com o trabalho da estudante. "Da primeira vez que eu vi as fotos fiquei convencido de que alguma coisa tinha sido feita em computador", disse Steve Jackson.

"Mas quando você olha mais de perto, vê o esforço e a atenção dela aos detalhes. É simplesmente incrível!"


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090502_carroinvisivelg.shtml

"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)

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