O que estamos acostumado a chamar de D-us, para o cabalista, significa uma superconsciência emanadora, cuja natureza é o absoluto desejo de doar, compartilhar e influenciar. Nada que se faça altera sua natureza. Sua emanação se expande ao infinito e preenche absolutamente tudo, sem limites. A emanação é a Luz do Mundo Infinito, que pode ser traduzida como plenitude, ou seja, tudo o que precisamos para nossa existência. No instante inicial da Criação a Luz do Mundo Infinito iniciou um movimento contínuo de expansão irrigando toda a existência. Portanto, tudo o que precisamos e desejamos em nossas vidas já foi emanado, e está à nossa disposição. Mas porque não temos tudo o que desejamos? Antes mesmo da formação do mundo físico a consciência humana já existia, este momento anterior é conhecido como Gan Eden (Jardim do Edem), uma dimensão espiritual onde nossa consciência experimentava a plenitude absoluta, mas isso teve seu efeito colateral: a falta de propósito. O sentido da existência foi tomado pelo ócio, uma inércia em oposição à natureza da Luz, o movimento permanente. Então ocorreu o ocultamento dessa Luz, não que deixasse de existir, mas deixamos de percebê-la em abundância, por assumirmos uma natureza distinta. A consciência se fragmenta ao perceber a dualidade, presença e ausência da Luz, e neste estado ilusório surge o medo que reforça o sentimento de ausência. O medo é responsável pela ansiedade e todas suas consequências, e cada vez mais nos distancia da percepção da plenitude. A humanidade passou a viver num constante conflito para ajustar seu desejo com a existência. Enquanto o medo persistir, o conflito não será dissolvido, e a consciência permanecerá num estado de escravidão e cegueira. As meditações desta semana nos ajuda a despertar a visão espiritual, ou seja a percepção da Luz em todos os momentos, e remover o estado de aprisionamento de nossa consciência. Meditações da Semana:
HE-YO-YO (vocalize ao soltar o ar por 22 repetições) - Profecia
NU-NU-AH (vocalize ao soltar o ar por 22 repetições) - Remover a mente escrava
Comentário da parashah de Kiy Tetzê O combate, que o texto se refere, é o único combate real que existe em toda a existência, é uma guerra de natureza espiritual. Essa guerra se estabelece em nossa consciência, pois não existe evolução sem combate, sem desestabilizar nosso acomodamento, sem desconstruir nossa relação habitual com a realidade.
fonte de pesquisa:Academia da Cabala
"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar." Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Árvore oferecida por Hitler durante a guerra vira centro de polêmica na Polônia
Árvore oferecida por Hitler durante a guerra vira centro de polêmica na Polônia
Carvalho de 67 anos foi presente do nazista a cidade então ocupada.
Prefeitura agora quer derrubá-lo, mas alguns moradores protestam.
Carvalho oferecido por Adolf Hitler à cidade polonesa de Jaslo, visto nesta segunda-feira (22). A árvore foi plantada em 20 de abril de 1942 na cidade -então ocupada pelas tropas alemãs-, como uma homenagem ao aniversário de 53 anos do ditador. Agora, a prefeitura quer derrubá-la e, no local, construir um monumento em homenagem às vítimas da Segunda Guerra Mundial. Mas um grupo de moradores, liderado por Kazimierz Polak, que testemunhou a plantação do carvalho, protesta. Segundo ele, a árvore não tem culpa de ter sido um presente do nazista e deve ser preservada. (Foto: AP)
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1202939-5602,00-ARVORE+OFERECIDA+POR+HITLER+DURANTE+A+GUERRA+VIRA+CENTRO+DE+POLEMICA+NA+POL.html
Carvalho de 67 anos foi presente do nazista a cidade então ocupada.
Prefeitura agora quer derrubá-lo, mas alguns moradores protestam.
Carvalho oferecido por Adolf Hitler à cidade polonesa de Jaslo, visto nesta segunda-feira (22). A árvore foi plantada em 20 de abril de 1942 na cidade -então ocupada pelas tropas alemãs-, como uma homenagem ao aniversário de 53 anos do ditador. Agora, a prefeitura quer derrubá-la e, no local, construir um monumento em homenagem às vítimas da Segunda Guerra Mundial. Mas um grupo de moradores, liderado por Kazimierz Polak, que testemunhou a plantação do carvalho, protesta. Segundo ele, a árvore não tem culpa de ter sido um presente do nazista e deve ser preservada. (Foto: AP)Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1202939-5602,00-ARVORE+OFERECIDA+POR+HITLER+DURANTE+A+GUERRA+VIRA+CENTRO+DE+POLEMICA+NA+POL.html
terça-feira, 5 de maio de 2009
Governo americano quer criar força de guerra digital
O chefe da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, tenente-coronel Keith Alexander, afirmou que o país precisa criar uma força de guerra digital para o futuro.
Alexander, que também deve chefiar o novo Comando Digital do Pentágono, divulgou suas opiniões em um relatório para o subcomitê do Departamento dos Serviços Armados, que deve ser apresentado nesta terça-feira, e que teve alguns pontos destacados em um artigo da agência Associated Press.
No documento ele declara que os Estados Unidos precisam reorganizar suas operações digitais defensivas e ofensivas e que são necessários mais treinamento e recursos.
Durante os últimos seis meses, o Pentágono já gastou mais de US$ 100 milhões em reação e reparos a danos causados por ataques online.
O novo departamento chefiado por Alexander, o Comando Digital, terá sua base em Fort Mead, no Estado de Maryland, e será parte do Comando Estratégico dos Estados Unidos, responsável pela segurança das redes militares do país, além de trabalhar junto com o Departamento de Segurança Doméstica.
O departamento deve começar suas operações em outubro e apenas em 2010 será totalmente operante.
'Primitivo e incerto'
A entrega do relatório ao subcomitê do Departamento dos Serviços Armados americano ocorre poucos dias depois de o Conselho Nacional de Pesquisa, que faz parte da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, afirmar que as políticas americanas para guerra digital são "mal formadas, não têm uma supervisão adequada e pedem um debate público mais amplo".
O relatório também afirmou que "a natureza primitiva e incerta" das políticas de guerra digital do governo americano podem levar ao mal uso em uma possível situação de crise.
O governo americano deve publicar em breve os resultados de uma análise, que durou 60 dias, da segurança digital do país, pedida pelo presidente Barack Obama.
Em um outro documento, o major brigadeiro da Força Aérea americana e chefe de comunicações William Shelton, afirmou que os Estados Unidos dependem muito dos esforços da indústria para reagir a ataques pela internet o que, segundo ele, "não acompanham o nível da ameaça".
Peter Wood, diretor de operações da companhia de tecnologia britânica First Base Technologies e especialista em guerra digital, afirmou que os Estados Unidos têm todo o direito de se proteger.
"Minha opinião é de que a única forma de reagir contra atividades criminosas e de espionagem é ser proativo. É bom que os Estados Unidos estejam assumindo uma postura mais formal em relação a isso", afirmou.
"O único problema é que a internet, devido à sua natureza, não tem fronteiras e se os Estados Unidos assumirem o posto de polícia do mundo, isto pode não ser bem visto", acrescentou.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090505_euadefesadigitalfn.shtml
Alexander, que também deve chefiar o novo Comando Digital do Pentágono, divulgou suas opiniões em um relatório para o subcomitê do Departamento dos Serviços Armados, que deve ser apresentado nesta terça-feira, e que teve alguns pontos destacados em um artigo da agência Associated Press.
No documento ele declara que os Estados Unidos precisam reorganizar suas operações digitais defensivas e ofensivas e que são necessários mais treinamento e recursos.
Durante os últimos seis meses, o Pentágono já gastou mais de US$ 100 milhões em reação e reparos a danos causados por ataques online.
O novo departamento chefiado por Alexander, o Comando Digital, terá sua base em Fort Mead, no Estado de Maryland, e será parte do Comando Estratégico dos Estados Unidos, responsável pela segurança das redes militares do país, além de trabalhar junto com o Departamento de Segurança Doméstica.
O departamento deve começar suas operações em outubro e apenas em 2010 será totalmente operante.
'Primitivo e incerto'
A entrega do relatório ao subcomitê do Departamento dos Serviços Armados americano ocorre poucos dias depois de o Conselho Nacional de Pesquisa, que faz parte da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, afirmar que as políticas americanas para guerra digital são "mal formadas, não têm uma supervisão adequada e pedem um debate público mais amplo".
O relatório também afirmou que "a natureza primitiva e incerta" das políticas de guerra digital do governo americano podem levar ao mal uso em uma possível situação de crise.
O governo americano deve publicar em breve os resultados de uma análise, que durou 60 dias, da segurança digital do país, pedida pelo presidente Barack Obama.
Em um outro documento, o major brigadeiro da Força Aérea americana e chefe de comunicações William Shelton, afirmou que os Estados Unidos dependem muito dos esforços da indústria para reagir a ataques pela internet o que, segundo ele, "não acompanham o nível da ameaça".
Peter Wood, diretor de operações da companhia de tecnologia britânica First Base Technologies e especialista em guerra digital, afirmou que os Estados Unidos têm todo o direito de se proteger.
"Minha opinião é de que a única forma de reagir contra atividades criminosas e de espionagem é ser proativo. É bom que os Estados Unidos estejam assumindo uma postura mais formal em relação a isso", afirmou.
"O único problema é que a internet, devido à sua natureza, não tem fronteiras e se os Estados Unidos assumirem o posto de polícia do mundo, isto pode não ser bem visto", acrescentou.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090505_euadefesadigitalfn.shtml
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"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)
