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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Você sabe o significado da palavra "Reveillon"?


O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada reveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa "despertar". A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo, em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces: uma voltada para frente e a outra para trás.

Curiosidades sobre alguns Países e o Ano Novo

Áustria Os austríacos têm o hábito de jogar chumbo derretido num copo com água no momento em que o relógio soa a zero hora de um novo ano. As figuras que surgem quando o chumbo esfria são guardadas pelas pessoas como um amuleto que irá ajudar na realização dos pedidos feitos na passagem do ano.

China Na China, o Ano Novo é celebrado durante seis semanas entre os meses de Janeiro e Fevereiro. Tradicionalmente, nesse período os chineses fazem uma bela faxina em suas casas para espantar os maus espíritos e atrair boa sorte. Na noite da véspera do novo ano, todas as luzes ficam acesas para representar calor humano, amizade e reconciliação. À meia-noite, há uma grande queima de fogos. Os chineses acreditam que o barulho do foguetório espanta os espíritos indesejáveis.

Dinamarca
Depois de uma ceia a base de peixes e batatas, os dinamarqueses aguardam ansiosamente pela meia-noite. Quando o relógio está prestes a soar as doze badaladas, todos na família sobem em cadeiras. Assim que dá meia-noite, pulam da cadeira para o novo ano e brindam com champanhe.

Escócia
Na Escócia, um dos costumes mais tradicionais da festa de Ano Novo é a de homens e mulheres que nunca se viram beijarem-se na boca. Some-se a isso o ainda mais tradicional hábito de beber uísque em toda e qualquer comemoração e está garantido um dos reveillons mais animados da Europa. Na Escócia, existe uma superstição bem engraçada sobre a primeira visita que se recebe no ano. Se for um homem moreno, ótimo. É um bom presságio. Se for um sujeito ruivo, a visita é considerada um mau agouro. Mas eles acreditam que azar mesmo terá aquele que abrir as portas para uma mulher. Ainda os escoceses: enquanto todos os países de língua inglesa chamam a festa de reveillon de New Year's Eve ("véspera de ano novo"), na Escócia a data é conhecida como Hogmanay, que vem do gaélico oge maidne ("nova manhã").

França
Na França, as pessoas costumam preparar ostras e diversos outros frutos do mar para a ceia de Ano Novo.
Índia
Na Índia, existem mais de 12 calendários religiosos. No Norte, o ano começa a Festa de Dîwâlî, no outuno. Os indianos colocam luzes por todas as partes.

Portugal
Uma das manias dos portugueses é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano.

Tailândia
O Ano Novo começa na metade de Abril.

Vietnã
Os vietnamitas comemoram o Ano Novo, que eles chamam de Tet, no dia 10 de fevereiro. Nessa data, todos acordam cedo e vão à igreja. As mulheres vestem vermelho e amarelo (porque são as cores da bandeira do país) e os homens usam roupas pretas. Na igreja, comem um bolo especial, feito com arroz, feijão e carne de porco. Depois de meia hora, são distribuídos os "envelopes vermelhos" para as crianças, cada um com 10 ou 20 dólares dentro.



Fonte de origem:

http://www.tvcanal13.com.br/noticias/voce-sabe-o-significado-da-palavra-reveillon--10398.asp
http://esteblogemeu.files.wordpress.com/2008/01/reveillon-07-08-icarai.jpg">
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=20654.0

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Origem do presépio


O presépio talvez seja a mais antiga forma de caracterização do Natal. Sabe-se que foi São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, em 1223, o primeiro a usar a manjedoura com figuras esculpidas formando um presépio, tal qual o conhecemos hoje.

A idéia surgiu enquanto o santo lia, numa de suas longas noites dedicadas à oração, um trecho de São Lucas que lembrava o nascimento de Cristo.Resolveu então montá-lo em tamanho natural numa gruta de sua cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

Presépio (em hebraico ebus e urvã; em latim, praesepium) significa em hebraico “a manjedoura dos animais” mas a palavra é usada com freqüência para indicar o próprio estábulo.

Segundo o evangelista Lucas, Jesus as nascer foi reclinado em um presépio que provavelmente seria uma manjedoura, como as muitas que existiam nas grutas naturais da Palestina, utilizadas para recolher animais. Já São Jerônimo diz que o presépio de Jesus era feito de barro aproveitando-se uma saliência da rocha e adaptando-a para tal finalidade. Esta é, sem dúvida, a versão mais aceita.

O milagre de São Francisco - O presépio de São Francisco incluía uma manjedoura, acima da qual foi improvisado um altar. Nesse cenário ocorreu a missa da meia-noite, na qual o próprio santo com a vestimenta de diácono cantou solenemente o Evangelho juntamente com o povo simples e pronunciou um comovente sermão sobre o nascimento do Menino Jesus.
Conta-se que naquela noite especial, enquanto o santo proferia as palavras do Evangelho sobre o nascimento do Menino Jesus, todos os presentes puderam ver uma criança em seu colo envolvida num halo de luz. A cena foi narrada em 1229 por Tommaso de Celano, biógrafo de São Francisco de Assis, na Vita Prima.

Passados mais de trinta anos São Boaventura também descreveu a mesma cena e, depois deles, outros e outros autores, descrevendo em minúcias as figuras esculpidas do Menino, da Virgem e de São José.

A partir de então, os presépios foram tornando-se cada vez mais populares e, além das figuras tradicionais do Menino Jesus deitado na manjedoura, Maria e José, acabaram incluindo uma enorme variedade de personagens, como os pastores, os Reis Magos, a estrela e os animais.

Em muitos lugares a confecção das figuras do presépio virou tradição popular, como é o caso dos santons na França. E em muitos lugares os presépios viraram verdadeiras obras de arte. A tradição, no entanto, ganhou impulso renovado no século 18. De Nápoles, na Itália, o costume de construir presépio cada vez mais artísticos difundiu-se para Espanha e Portugal. E, aos poucos, o hábito de montar presépios nas casas na época do Natal foi tornando-se mais e mais popular.

Seja com modestas figuras de barro, seja com suntuosos personagens vestidos de tecidos raros, nas igrejas ou nas casas e, até, em representações teatrais o presépio é uma das tradições mais queridas do Natal. No Brasil, em muitos estados do Nordeste, até hoje a montagem dos presépios é acompanhada de danças e festejos conhecidos como Pastorinhas, versões brasileiras dos autos de Natal, que eram encenações do nascimento de Jesus típicas de algumas regiões da Europa, como a Provença, na França.

As figuras do presépio – Cada um dos elementos envolvidos no nascimento do Menino Jesus, há mais de 2.000 anos tem um papel muito importante: A Sagrada Família, os Reis Magos, os pastores, as ovelhas, a vaca e o jumento, e todos os outros que a imaginação popular resolveu incorporar à cena original.

Os anjos aparecem aos pastores de Belém contando que Jesus havia nascido e louvado a Deus. Estas figuras são, geralmente, representadas com instrumentos musicais, na suposição de que estejam cantando preces em louvor a Jesus.

Os pastores foram os primeiros adoradores de Cristo. Ligados a eles, estão os carneiros, mansas criaturas muitas vezes usadas para simbolizar a humildade de Cristo como Divino Pastor.

Nessa mesma noite sagrada, uma estrela andou pelou céu e se localizou em cima da manjedoura, transformando-se no símbolo do Divino Guia. Foi ela que orientou aqueles que acreditaram no nascimento de Jesus, inclusive os Três Reis Magos, que, segundo conta-se, vieram de algum lugar distante, no Oriente. Os três reis, muitas vezes apresentados como homens sábios, também foram saudar o recém-nascido. Para os cristãos, sua visita havia sido profetizada na Bíblia, no Salmo 71, e em Isaías, 60. Eram eles os reis que levaram presentes de incenso, ouro e mirra.

Não podem faltar no presépio a vaca e a jumenta. Se a vaca, produtora de leite e símbolo da Terra que nutre suas criaturas quase dispensa apresentações, a jumenta, que para nós é símbolo de ignorância, em muitas tradições e culturas é vista como animal sagrado. Por isso, não é à toa que é no lombo de uma jumenta que Maria grávida foge com José das perseguições do rei Herodes. Diz a lenda que foi a própria Maria que fez a jumenta, exausta da longa viagem, entrar na gruta e, assim, presenciar o nascimento do menino.

Os animais também são símbolos de que todas as criaturas do mundo, mesmo as mais humildes, reconhecendo e homenageando Cristo como filho de Deus, são acolhidas por ele.



fontes: http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/natal2004/materias/achei-noticia2.asp
http://www.csrnet.it/presepi/presepio6.jpg

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Astrologia: o que é e para quê?






por Niso Vianna Neto

A Astrologia é uma forma de comunhão com o cosmos, em que se lê nos astros uma interação entre o que acontece no céu com os eventos terrestres, partindo da premissa de que o universo forma uma unidade e somos nele parte e relação. É um conhecimento que se formou através de milênios e se perpetua sendo continuamente refinado.

"O mapa astral é uma ferramenta de autoconhecimento muito valiosa e complexa, que permite uma análise focada na singularidade da pessoa em vista"

Originalmente, o calendário marcava épocas de plantio e colheitas, demarcando as estações dos anos através das estrelas que apareciam no horizonte. O estudo do céu augurava também, através do movimento dos planetas pelo céu estrelado, épocas propícias a guerras ou ameaças à vida do rei, por exemplo. Mais tarde, confeccionando-se o mapa astrológico do instante exato do nascimento de uma pessoa, tornou-se possível tecer conjeturas sobre o destino e fases da vida em questão, em um processo de contínuo aprimoramento ao longo dos séculos.

Mapa astral vai muito além do signo

O mapa astral vai muito além do signo solar de um indivíduo. Quando se diz que alguém é de determinado signo, significa que o Sol estava naquele signo quando a pessoa nasceu.

Mapa astral e posição dos planetas

No entanto, o mapa natal abrange não só esse astro, mas onde estavam todos os planetas do sistema solar quando determinada pessoa nasceu.

- Lua: indica de forma simplificada a forma de reagir emocionalmente;

- Mercúrio, o intelecto e a comunicação;

- Vênus, algo sobre a forma de afeiçoar-se do indivíduo;

- Marte, seu modo de ação; Júpiter matiza sua filosofia de vida;

- Saturno indica sua forma de se estruturar e seu senso de responsabilidade, e aponta, conforme a casa astrológica que ocupa, em que a pessoa é mais cobrada na vida.

Esses planetas distribuem-se, no mapa, em doze casas astrológicas.

O que é signo ascendente?

O signo ascendente é aquele que estava se levantando no horizonte quando a pessoa nasceu. É o que a pessoa mostra aos outros ao externar a sua personalidade; portanto, o que os outros podem ver da pessoa, e que pode estar em consonância com as qualidades do signo solar ou não.

O Sol é a pessoa em essência, colore seus valores e objetivos. O ascendente e os astros confabulam o modo de funcionamento da pessoa formando aspectos entre si. As qualidades e os desafios são mostrados pelos ângulos entre eles. E a distribuição pelas casas astrológicas indica as áreas de vida em que atuam.

Em uma analogia, os planetas seriam os atores; as casas, os cenários de vida em que são percebidos atuando.

Assim sendo, cada mapa é um universo de informações sobre o indivíduo, não se restringindo ao vulgarmente conhecido signo do mês. E o contínuo movimento dos astros pelo zodíaco vai formando ângulos geométricos com os planetas na posição onde estavam no mapa natal, configurando os aspectos que marcam as fases da vida.

É dessa forma que são possíveis as previsões astrológicas e o estudo do mapa natal, apontando características pessoais de modo muito mais preciso do que apenas se guiando pelo signo do mês em que a pessoa nasceu. Um mapa astral é ferramenta de autoconhecimento muito valiosa e complexa, que permite uma análise focada na singularidade da pessoa em vista.

Através de um estudo astrológico individual, o consulente pode sentir uma integração entre seus anseios e as datas possíveis para trabalhar melhor o seu processo de autofazimento e a realização de seus objetivos possíveis. O astrólogo não se torna onisciente de posse de um mapa, mas sabe dar orientações que são preciosas nesse caminho de busca de reintegração de qualidades específicas com seus desafios na vida.



Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/astrologia.htm

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Por dentro do arraial

Por dentro do arraial
Descubra a origem e curiosidades sobre a festa junina



Quadrilha, estalinho, fogueira, casamento na roça... O que isso lembra? Festa junina! Mas você sabe como surgiu essa festividade e por que ela ocorre em junho?
A origem da festa junina, acredite!, está ligada a celebrações feitas por povos antigos, como os persas e os egípcios. Em 21 de junho, eles festejavam o solstício de verão: o dia mais longo do ano no hemisfério norte. Acendiam fogueiras para livrar as plantações dos maus espíritos e atrair fertilidade para as colheitas. Um costume que, no século 4, foi adaptado pela Igreja Católica à sua tradição. Surgia, assim, a festa Joanina, em homenagem a São João Batista, que nasceu em 24 de junho. “No Brasil, os festejos juninos tiveram início no período colonial, pois foram os portugueses que trouxeram essa celebração para o país”, conta Patrícia Raffaini, da Universidade de São Paulo. A festa passou a se chamar junina e, hoje, é parte da cultura popular.

No Brasil e no mundo

As características da festa de São João estão muito ligadas à roça e à figura do caipira, pois desde o início esse festejo esteve relacionado à natureza, ao cultivo e às colheitas. No entanto, em muitas regiões do Norte e Nordeste, as festividades juninas têm ganhado uma dimensão que vai além da simples celebração popular. “Em algumas cidades, a comemoração ganha ares de carnaval carioca. Isso quer dizer que, hoje em dia, é algo organizado pelas prefeituras, com premiações para os melhores grupos, o que acaba modificando a própria festa”, conta Patrícia Raffaini.

Em Campina Grande, na Paraíba, por exemplo, a festa junina tem o nome de “O maior São João do mundo”. Já em Fortaleza, no Ceará, há um encontro de quadrilhas, em que as equipes apresentam roupas e coreografias incrementadas para concorrer a prêmios em dinheiro.

Mas se você acha que festas juninas só existem no Brasil, saiba que elas também são comuns na Europa. A Suécia, por exemplo, é o país europeu que mais comemora o São João. Assim como no nosso país, a festa tem como tema a tradição rural. Há músicas e comidas típicas, feitas com batatas e morangos. Quem diria, não é?
Olha o caminho da roça!

A quadrilha surgiu por volta dos séculos 13 e 14, na Inglaterra. Essa dança foi adotada pelos franceses e passou a fazer parte dos bailes nobres. No Brasil, a quadrilha chegou em 1808, com a corte de D. João VI.


Júlia Faria
Ciência Hoje das Crianças
23/06/2009

fonte:http://cienciahoje.uol.com.br/147854

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Feijoada teve origem no século XIX com base em cozido feito por portugueses

Feijoada teve origem no século XIX com base em cozido feito por portugueses



Giovana Sanchez

Do G1, em São Paulo



Ideia de que a refeição foi criada por escravos não é verdadeira.
Costume de comer às quartas e sábados pode ter vindo de hotéis cariocas.


"Mulher / Você vai fritar / Um montão de torresmo pra acompanhar / Arroz branco, farofa e a malagueta / A laranja-bahia ou da seleta / Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão / E vamos botar água no feijão."

A letra da música "Feijoada Completa", de Chico Buarque de Holanda, dá a receita de um dos pratos mais típicos do país: a mistura de feijão preto, pedaços de carne de porco, arroz, couve e farofa.

A feijoada apareceu por volta do fim do século XIX e logo ganhou a mesa de boa parte da população brasileira, adquirindo depois diversas versões, em diferentes regiões do país. O leitor já deve ter ouvido a história de que sua origem vem dos escravos, que misturavam os restos das carnes dadas pelos senhores com a farofa.

No entanto, os registros históricos contam outra versão. "O mito modernista é de que os escravos foram uma fonte importante da culinária brasileira. Tenho minhas dúvidas pois onde não há liberdade não há desenvolvimento culinário. Eles comiam uma ração, determinada pelos senhores, cujo traço fundamental era ser barato", explicou ao G1 Carlos Alberto Dória, doutor em sociologia e ator de "Formação da Culinária Brasileira", entre outros.

A mais provável origem do prato é o cozido europeu, que já fazia a mistura de tipos de carnes. Os portugueses reproduziram a receita usando o feijão preto, que era uma base importante da alimentação no Brasil da época. "A tradição europeia do cozido foi provavelmente adaptada, criando a feijoada, que passou a ser servida para camadas mais gerais da população", explica o professor da USP e especialista em históra da alimentação Henrique Carneiro.

"O que chamamos ‘feijoada’ é uma solução europeia elaborada no Brasil. [...] A feijoada, simples ou completa, é o primeiro prato brasileiro em geral", escreveu Câmara Cascudo no livro "História da alimentação no Brasil".

Então, por que se ouve tanto a história de que a feijoada foi criada por escravos? Dória responde que "a simbologia é de um prato miscigenado, como se a nosa culínária fosse fruto de 'contribuições' de índios, negros e brancos. O papel desse mito é apagar da nossa memória de nação as relações de dominação que presidiram o conjunto: o branco senhor, o negro escravo, o índio massacrado. Na feijoada, se esquece tudo isso, não é?"

E o costume de comer o prato todas as quartas-feiras e sábados? "Provavelmente foi um hábito firmado pelos hotéis cariocas, que tiveram uma demanda popular que acabou fixando o prato no cardápio semanal", explica o especialista Dória.

Veja os ingredientes para uma boa feijoada:

-1/2kg de feijão preto
-300g de carne seca
-200g de bacon
-300g de joelho
-300g de pé de porco
-3 linguiças calabresas
-300g de costela
-300g de lombo
-300 de rabo de porco
-2 cabeças de alho
-2 cebolas médias
-2 folhas de louro
-1/2kg de arroz
-1/2kg de farinha de mesa crua
-1/2kg de fubá
-2 molhos de couve
-óleo
-azeite
-sal
-margarina
-laranjas




Fonte:

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1197792-16107,00-FEIJOADA+TEVE+ORIGEM+NO+SECULO+XIX+COM+BASE+EM+COZIDO+FEITO+POR+PORTUGUESES.html

"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)

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