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terça-feira, 14 de julho de 2009

Empresas europeias planejam megausina solar no Saara


Um consórcio de empresas de multinacionais – que reúne gigantes como Siemens, RWE, E.On e Deutsche Bank, entre outros – assinou nesta terça-feira uma carta de intenções para criar o maior projeto de energia solar do planeta: a Iniciativa Industrial Desertec.

O projeto prevê a construção de uma rede de usinas de produção de energia totalmente limpa no Deserto do Saara, no norte da África, e de redes transmissão de energia, capaz de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida na Europa, além de dois terços da necessidade do norte africano e do Oriente Médio.

O Desertec foi orçado em US$ 577 bilhões e prevê a instalação de uma tecnologia solar de última geração, que utiliza espelhos para concentrar a luz do sol sobre torres de energia que produzem vapor, que por sua vez movimentam turbinas que produzem eletricidade.

O calor excedente produzido durante o dia pode ser armazenado em tanques especiais para manter a usina em funcionamento durante a noite ou em dias nublados.

A ideia de se aproveitar o sol do Saara vinha amadurecendo há décadas, mas só agora o avanço das tecnologias, tanto solar quanto de transmissão de eletricidade, teria viabilizado o investimento.

Mediterrâneo

A água necessária para criar o vapor que movimenta as turbinas sairia do Mar Mediterrâneo, que dessalinizada – com sal derretido sendo usado nas baterias para estocar calor –, poderia ainda ser reaproveitada em regiões desérticas.

Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.

Essa tecnologia, chamada Concentrando Energia Solar (CSP, na sigla em inglês) já é usada em usinas solares nos Estados Unidos e na Espanha.

A ideia, que surgiu na Alemanha, vem sendo defendida com vigor pelo próprio governo alemão e pela Comissão Europeia, embora ainda existam dúvidas sobre como os problemas políticos de um projeto verdadeiramente internacional como este seriam equacionados.

"O conceito de energia renovável está associado também ao de independência energética. Então, me pergunto por que deveríamos depender novamente de outros para o nosso fornecimento", disse à BBC o especialista alemão Wolfgang Palz, presidente europeu do Conselho Mundial de Energias Renováveis.

Outros acusam a iniciativa europeia de representar um suposto "colonialismo energético" – crítica prontamente rebatida por um dos diretores da Desertec, Michael Straub.

"Da nossa rede de 60 cientistas e especialistas em energias renováveis, a metade é da África e do Oriente Médio. A outra metade é de europeus", afirmou Straub, acrescentando que representantes dos países envolvidos participaram do projeto desde o início.

Fonte:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/07/090714_desertecebc.shtml

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Onde a biodiversidade está mais ameaçada no planeta?



por Paulo Gama

Considerando a porcentagem de vegetação original destruída, a bacia do mar Mediterrâneo é a região mais agonizante do planeta: apenas 4,7% da área original segue intacta e 32 espécies de animais endêmicas (que só existem no próprio lugar) estão ameaçadas de extinção. Mas neste ranking ingrato há outras nove regiões com mais de 90% do território original destruído (veja o mapa ao lado). Elas fazem parte de uma lista de 34 regiões definidas por organizações ambientais como as mais importantes para a conservação da biodiversidade mundial. São os hotspots: locais que possuem ao menos 1 500 espécies de plantas endêmicas e já perderam 70% ou mais de suas áreas originais. Juntas, as 34 regiões ocupam menos de 3% da superfície do planeta, mas concentram 50% de todas as espécies vegetais e 42% de todos os vertebrados da Terra. "Você acaba com a força de evolução do planeta quando interrompe de maneira tão abrupta a existência dessas regiões riquíssimas", afirma a bióloga Monica Fonseca, da ONG Conservation International do Brasil. Duas dessas regiões estão no Brasil: a mata Atlântica, com 8% da cobertura original, e o cerrado, com 20%.

Os 10 pontos mais críticos
Nestas regiões pelo menos 90% da cobertura original já foi destruída
Caribe

Concentra diversos ecossistemas, como florestas tropicais e regiões semi-áridas

Extensão original - 229 549 km2

Extensão atual - 22 955 km2 (10% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 209

Principal ameaça - Desmatamento para agricultura e inserção de espécies estrangeiras

Bacia do Mediterrâneo

Originalmente, apresentava uma flora quatro vezes maior do que a de todo o resto do continente europeu

Extensão original - 2 085 292 km2

Extensão atual - 98 009 km2 (4,7% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 34

Principal ameaça - Ocupação humana

Mata AtlÂntica

A floresta tropical que cobre grande parte da costa brasileira atinge também o território de nossos vizinhos Uruguai, Paraguai e Argentina

Extensão original - 1 233 875 km2

Extensão atual - 99 944 km2 (8,1% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 90

Principal ameaça - Ocupação humana

Chifre da África

Região árida, é o habitat da maioria das espécies de antílopes do mundo

Extensão original - 1 659 363 km2

Extensão atual - 82 968 km2 (5% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 18

Principal ameaça - Desmatamento para pastagem e extração mineral

Montanhas do sudOeste chinês

Habitat original de uma das mais ricas faunas de clima temperado, a região tem altitudes que podem chegar a 7558 metros

Extensão original - 262 446 km2

Extensão atual - 20 996 km2 (8% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 8

Principal ameaça - Caça, extração de madeira e queimadas para a criação de pastos

Florestas da costa leste africana

Concentra florestas secas e úmidas, que abrigam uma grande variedade de primatas

Extensão original - 291 250 km2

Extensão atual - 29 125 km2 (10% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 12

Principal ameaça - Desmatamento para agricultura

Filipinas

As mais de 7 mil ilhas que compõem o arquipélago eram cobertas originalmente por extensas florestas tropicais

Extensão original - 297 179 km2

Extensão atual - 20 803 km2 (7% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 151

Principal ameaça - Extração de madeira

Indochina

Coberta principalmente pelas florestas tropicais do Sudeste Asiático. Apesar da devastação, nos últimos 12 anos foram descobertas seis novas espécies de mamíferos

Extensão original - 2 373 057 km2

Extensão atual - 118 653 km2 (5% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 78

Principal ameaça - Desmatamento para agricultura e extração madeira

Madagascar

A ilha africana tem grande diversidade de ecossistemas, como florestas tropicais e secas e um deserto

Extensão original - 600 461 km2

Extensão atual - 60 046 km2 (10% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 169

Principal ameaça - Erosão gerada pelo desmatamento

Sundaland

A região, que cobre a Indonésia, a Malásia e outras ilhas do arquipélago do Sudeste Asiático, é dominada pelas florestas tropicais

Extensão original - 1 501 063 km2

Extensão atual - 100 571 km2 (6,7% da cobertura original)

Espécies endêmicas ameaçadas - 162

Principal ameaça - Extração de madeira

FONTE:
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/pergunta_287728.shtml


http://www.jornallivre.com.br/images_enviadas/globalizacao-e-o-meio-ambiente.jpg

Sem saco para embalagem



Por Marcia Bindo

Ao voltar das compras do mercado, repare na quantidade de lixo que você gera ao retirar tudo das embalagens para guardar a comida no armário. É muita caixa, pacote, saco plástico, tudo vazio, jogado fora. Foi assim que, ao chegar em casa com as compras, a inglesa Catherine Conway teve uma ideia bem sacada enquanto retirava o arroz da embalagem: uma loja que vendesse tudo a granel. Nada de pacotes. Abriu então a Unpackaged, em Londres (http://beunpackaged.com ). O lugar parece um armazém de bairro, daqueles do início do século passado. Os clientes levam suas embalagens de casa e colocam os alimentos ali dentro. Quem se esquecer – ou não tiver um contêiner adequado – pode levar a embalagem emprestada da loja, com o compromisso de devolvê-la depois. Só que daí a conta fica um pouco mais cara. “Funciona melhor se as pessoas descobrirem que podem economizar reaproveitando embalagens”, diz Catherine, que também se preocupa com a qualidade do que vende: só comida orgânica, fresquinha, que faz um bem danado. Para você e para o mundo.

Fonte:http://vidasimples.abril.uol.com.br/edicoes/080/mente_aberta/conteudo_470648.shtml

sexta-feira, 5 de junho de 2009

"Catar ventos" para gerar energia!


"Catar ventos" para gerar energia!

Brasília, 4 de junho de 2009

As alterações climáticas e o alerta para a busca de soluções renováveis de energia são, hoje, preocupações de diversos países. No Brasil, a atenção para essa questão se deu, basicamente, após os choques do petróleo ocorridos na década de 70. Os ventos também estão no caminho do desenvolvimento limpo. Os primeiros aerogeradores foram instalados, em 1992, em Fernando de Noronha (pequeno porte) e, em 1994, em Minas Gerais (grande porte). Hoje, 0,4% da matriz energética do país é composta por energia eólica.

As turbinas eólicas podem estar ligadas à rede elétrica, suprir a demanda por eletricidade de pequenas comunidades isoladas, como as da Amazônia, ou ainda servir para trabalhos mecânicos como o bombeamento de água (cataventos ou moinhos).

O primeiro país a investir em energia eólica foi a Dinamarca, mas a sua capacidade se esgotou em virtude de espaço territorial. Hoje, o país gera 3.000 MW e começa a instalar turbinas em alto-mar (off-shore).

Nessa direção estão, atualmente, em primeiro lugar, os Estados Unidos com uma capacidade de geração de instalação de 25.170 MW, em segundo lugar a Alemanha com 23.900 MW, e logo depois a Espanha com 16.754 MW. Em quarto e quinto lugares estão: a China, com 12.340 MW, e a Índia, com 9.587MW. Em 2008, os países que mais cresceram foram: Estados Unidos (8.360 MW), China (6.300 MW) e Índia (1.800 MW).

O Confea está atento às questões do meio ambiente, promovendo debates sobre a produção de energias limpas no Brasil. Em 2008, atuou fortemente para trazer ao país o Congresso Mundial de Engenheiros (WEC 2008), realizado em Brasília. Na exposição tecnológica (ExpoWEC), cujo tema foi “Energia para o Futuro”, os visitantes puderam conhecer um gerador de energia eólica dos mais modernos, com motor menos barulhento e menor desgaste devido à baixa rotação.

Brasil tem grande potencial eólico
“O Brasil deve sinalizar para um programa de governo que contemple a energia eólica, como fizeram Estados Unidos e Espanha, para atrair novos investidores, gerar maior competitividade e, consequentemente, melhores preços. Estamos lutando para um programa 10-10, que significa 10 GW ao longo de 10 anos. O compromisso de governo da comunidade europeia, por exemplo, é um programa 20-20 – que significa ter 20% da matriz energética com eólica até 2020, ou seja, em 11 anos. É um compromisso bem mais ambicioso”, ressaltou o diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEólica), Pedro Perrelli.

O estudo ‘Atlas Eólico Brasileiro’, produzido pelo CEPEL/Sistema Eletrobrás, apontou o potencial existente no país: 143 GW ou 143.000 MW. Mas a revisão desse estudo deve mostrar um número mais representativo, de cerca de 300 GW. O litoral do Nordeste, o centro da Bahia, o norte de Minas Gerais e o extremo sul do Brasil são regiões propícias para a geração de eletricidade por meio dos ventos. “A utilização do petróleo deve ser preservada para atividades mais nobres, pois temos alternativas como as três irmãs: hidrelétrica, eólica e biomassa da cana-de-açúcar. As três formas são complementares: em época de seca, há a colheita da cana-de-açúcar e a abundância de ventos. Em época de chuvas, venta pouco e não há colheita”.

O diretor-executivo da ABEeólica, Pedro Perrelli, explica ainda que a energia eólica é cara se comparada com a hidrelétrica. Se comparada com as usinas termelétricas a óleo, a eólica é 15 a 20% mais barata. Ele ressalta que a produção só irá decolar com incentivos, como aconteceu na Espanha.

“Para cada um euro investido, a Espanha teve um retorno de 7,6 euros. Também foram gerados 37 mil empregos e houve uma redução da importação de petróleo da ordem de um bilhão de euros, sem contar a redução dos gases causadores do efeito estufa. A energia eólica dá independência em relação ao petróleo, pode contribuir junto à água para não termos apagão, além de proteger o meio ambiente”, afirmou Pedro.

Embora tímidos, os investimentos para esse tipo de energia no Brasil devem aumentar com a realização, no dia 25 de novembro, do Leilão de Energia de Reserva 2009 – Eólica promovido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia. O edital será divulgado em breve pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De 4 a 6 de junho, os entraves e as demandas para a geração de energia eólica serão discutidos no Fórum Nacional Eólico: A Carta dos Ventos, realizado no Pestana Natal Resort.

Melissa Ornelas
Assessoria de Comunicação do Confea

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A energia que vem do sal

Uma nova tecnologia consegue gerar eletricidade a partir do contato da água doce dos rios com o mar. O único problema: o preço ainda é muito salgado



margarida telles

O engenheiro químico americano Sidney Loeb teve duas ideias revolucionárias em sua carreira. A primeira lhe ocorreu na década de 50, quando trabalhava na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Loeb desenvolveu os princípios de um sistema de filtros capazes de extrair o sal da água marinha e torná-la própria para a agricultura e para o consumo doméstico. O sistema exige grande quantidade de energia para bombear a água marinha pelos filtros, mas é essencial em países com pouca opção hídrica, como Israel. E hoje 3% da água potável do mundo vem dessa técnica das usinas de dessalinização. A segunda ideia genial de Loeb pode ter um impacto ainda maior. Ela simplesmente inverte o princípio usado na dessalinização: transforma água doce em salobra – e gera eletricidade. Se o processo for viável em larga escala, poderá matar a sede de energia limpa do mundo.

A ideia de Loeb explora uma característica física peculiar dos líquidos: a osmose. Trata-se de um princípio segundo o qual soluções líquidas separadas por uma membrana semipermeável tendem a ter igual concentração de substâncias. Por causa da osmose, a água sempre se movimenta do meio mais ralo para o mais concentrado, com o objetivo de equilibrar os dois. É assim que as células dos seres vivos conseguem trocar água com o líquido a sua volta. O processo de dessalinização inventado por Loeb se inspira nesse fenômeno natural. As usinas captam água do mar (com alta concentração de sal) e a bombeiam em alta pressão por meio de tubos com membranas semipermeáveis. Só a água vai para o outro lado, deixando para trás uma mistura com concentração maior de sal, que é despejada de volta no mar. O que sai do outro lado do cano é água doce mais pura que a das nascentes das montanhas.

Agora, a ideia é usar o percurso contrário da água. Loeb propõe colocar água doce ao lado da salgada. Pela osmose, a água doce vai correr para o lado da salgada, criando um fluxo contínuo que pode ser usado para acionar uma turbina e gerar energia. Para usar essa energia, é preciso construir usinas na foz dos rios (leia a ilustração na próxima página), aproveitando as condições naturais de encontro da água doce com a salgada. As obras envolvem diques para canalizar o fluxo dos rios para dentro de uma instalação. A água ficaria em um reservatório, ao lado da água salgada. Ali, a pressão da água é transformada em eletricidade. A água salobra resultante é despejada no mar. Pelas estimativas da empresa de energia norueguesa Statkraft, se todos os recursos hídricos do planeta fossem usados para isso, seria possível produzir o equivalente ao consumo de energia da China em 2002. Somente o Rio Amazonas poderia gerar 35 vezes mais energia que a usina de Itaipu.

A primeira vantagem da energia do sal é seu impacto relativamente pequeno nos rios. Bastam pequenas obras para canalizar parte da água. Além disso, ela funciona em qualquer situação climática, sem depender de sol, chuvas ou vento. “Com os preços da energia subindo e uma maior preocupação em criar fontes de energia renovável, a osmose tornou-se uma excelente alternativa”, afirma Stein Erik Skilhagen, diretor do projeto da Statkraft, uma das principais incentivadoras dessa tecnologia.

A Statkraft pretende inaugurar neste semestre o primeiro protótipo de energia do sal em Tofte, na Noruega. O projeto demorou vários anos para passar à prática. “O maior desafio foi criar uma membrana que simule o mesmo processo de osmose na natureza”, diz Skilhagen. A usina experimental é pequena. Vai gerar o suficiente apenas para aquecer alguns bules de água. A ideia é aperfeiçoar o protótipo nos próximos dois anos, e aí construir uma usina do tamanho de um campo de futebol, com o poder de gerar energia capaz de abastecer 15 mil casas.

Alguns duvidam que a tecnologia possa ser aplicada no mundo todo. Na Noruega é mais fácil, pois seus rios são cristalinos. Em bacias como a do Amazonas, as membranas teriam de ser frequentemente limpas, para os detritos não impedirem o fluxo de água. Com esse obstáculo em mente, a empresa holandesa Wetsus criou um projeto alternativo de osmose. Ele funciona como uma bateria e é semelhante às máquinas usadas para fazer hemodiálise. Não é a água a responsável por gerar energia, mas a carga elétrica existente no sal. Quando a água salgada é colocada em contato com as membranas, as cargas positivas do sódio e as cargas negativas do cloro se movem para lados opostos e criam um fluxo de energia. Como a água não precisa atravessar as membranas, a lama não é um problema.

A osmose ainda é cara. Seus custos assemelham-se aos da energia eólica. Estima-se que uma usina do tamanho de dois campos de futebol e com capacidade de produzir energia para abastecer oito trens custe aproximadamente US$ 600 milhões. Mas, uma vez que a tecnologia se aprimore, o preço pode baixar. Com a demanda crescente por fontes limpas, pode começar a ser viável. Sidney Loeb não chegou a ver seu projeto posto em prática. Ele morreu em dezembro de 2008, aos 92 anos. Pode ter deixado uma preciosa herança para o mundo.

O potencial da energia do sal

A energia proveniente da combinação de água doce e salgada seria suficiente para suprir 40% da demanda mundial por energia. O Rio Amazonas é o de maior potencial energético do planeta



Como tirar energia da água salgada

Engenheiros descobriram que é possível extrair energia do encontro da água do rio com o mar
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca

"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)

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