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domingo, 18 de outubro de 2009

Confiança em Deus



Segue teus passos com firmeza,
com teu caminhar perseverante,
que traz, através de teus dias, purificação e virtudes.

Belos e formosos tesouros que serão para ti vastas fortunas.
Fortunas que se fazem em teu íntimo,
tesouros que não se podem ver, pelo seu intenso brilho e majestoso valor.

Valor que se sobrepõe aos teus míseros olhos
que somente vêem aquilo que pode te significar riquezas...

Riquezas inúteis, porém, se com critério as avaliar!
Quando ireis ver de verdade?
Quanto tempo passarás a iludir-te com tudo aquilo que traz incertezas e dúvidas?
Até quando irás enganar a ti mesmo e fugir da verdade?

Chegará a hora em que encontrarás respostas para o que buscas.
Aquilo que tanto sentes falta hoje, já te serviu de lição em teu passado...
Mas não te recordas do que fizestes outrora.

A tua sagrada aliança, conduzida através de tua vida cheia de esperanças,
Não mais se faz em um sonho, irreal,
Mas hoje alimenta tuas maiores mudanças!

Não percebes que aquilo que vivestes no passado distante
se faz hoje em tuas dádivas, por saberes escolher?
Por saberes ouvir, com clareza, a voz que vem de dentro de ti.

A voz que hoje te conduz a caminhos certos,
que te coloca em permanente vigilância sobre os próprios passos,
conduzindo-os através das linhas traçadas por ti em sua vida!

Vida de desenganos,
Que se torna em vida de desapegos,
Que constrói uma vida de redenção!

Sublimes serão as vitórias e conquistas alcançadas por ti,
quando te destacares em virtudes e harmonia plena,
já que hoje vês a Luz frente a teus olhos.

Pela Luz que se fez, diante de teus dias antes negros e trevosos,
hoje não mais te lanças a erros e enganos
que te faziam em tormentos e tribulações.

Tua luta incessante,
Nada mais é do que a batalha de questionar a ti mesmo,
por não ouvires as respostas que vêm mesmo de dentro de ti!

Lembrai que suave é a brisa que nos acaricia em nossos dias,
suave é a brisa que nos conduz em passos lentos,
mas passos marcantes, que se dão na confiança em Deus Pai.

Ao nos deixarmos conduzir através dos tempos,
Nossas lembranças nos servirão de exemplos
e nos darão novos rumos, a cada etapa que se inicia.

Com confiança em Deus,
Seguiremos com firmeza,
Na certeza do bem maior e da paz eterna!

Texto escrito através de Márcio Godofredo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Um dia a maioria de nós irá se separar...




Um dia a maioria de nós irá se separar...





"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrima, de angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue sua a vida, talvez continuemos a nos encontrar quem sabe... nos e-mails trocados.
Podemos nos telefonar, conversar algumas bobagens...
Aí os dias vão passar, meses... anos... até esse contato tornar-se cada vez mais raro.

Vamos nos perder no tempo... Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão? Quem são aquelas pessoas?
Diremos... Que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!
Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo.E entre lágrimas nos abraçaremos. Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado.
E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades seja a causa de grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos"!

Por Fernando Pessoa

Recebido de Gina Rúbia Volpato



Fonte de origem:
http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=09684

domingo, 11 de outubro de 2009

A marca que você deixa nas pessoas



A marca que você deixa nas pessoas

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança.
Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala.
Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho.
Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala.
Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido.
Alguém atendeu e eu disse:
- "Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
- "Informações".
- "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
-"A sua mãe não esta em casa?", ela perguntou.
-"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava.
-"Está sangrando?"
-"Não", respondi.
- "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
-"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou.
Eu respondi que sim.
-"Então, pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia.
Ela me ajudou com os exercícios de matemática.
Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu.
Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.
Eu perguntava:
-"Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
-"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..."
De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.

No outro dia, lá estava eu de novo.
-"Informações", disse a voz já tão familiar.
-"Você sabe como se escreve exceção?"

Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto
e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho
que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.
Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora
daquela minha cidade natal e pedi:

-"Uma informação, por favor".

Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:
-"Informações".

Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:
-"Você sabe como se escreve exceção?"
Houve uma longa pausa.

Então, veio uma resposta suave:
-"Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul".
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse.
"Você não imagina como era importante
para mim naquele tempo".

- "Eu imagino", ela disse.
-"E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse".
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
-"É claro!", ela respondeu.
-"Venha até aqui e chame a Sally".

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.
Quando liguei, uma voz diferente respondeu:
-"Informações".

Eu pedi para chamar a Sally.
-"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
-"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul".
- "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.
Infelizmente, ela morreu há cinco semanas".

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
- "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul"?
- "Sim."
- "A Sally deixou uma mensagem para você.

Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse.
Eu vou ler pra você".

A mensagem dizia:
" Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender".
Eu agradeci e desliguei.
Eu entendi...

Autor Desconhecido


L


Fonte de Origem http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=09300

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Fazei com que...

Márcio Godofredo






Fazei com que...


Enchei vosso coração de Paz. Embriagai de Paixão e Emoção vossos dias. Socorrei e auxiliai os corações aflitos, que clamam por ajuda.

Não deixeis desamparados aqueles que de tua força necessitam.

Enviai a Paz, nos momentos de tristeza, como mensageira de melhores dias.

A alegria de contribuir para o bem
É o que traz a ti a felicidade e, junto a ela,
O maior tesouro que te pode ser confiado:
O Amor e a Ternura por todos.

Amor e Ternura por teus amigos e familiares,
Mas também
Por aqueles que te dão o prazer
De simplesmente cruzar o teu caminho...

Pelo teu sorriso, que transmite a tua simples e modesta afeição,
Pelo teu calor humano, que aquece, acolhe e acalma os irmãos que necessitam,
Pelo amor da acolhida e da fraternidade aos irmãos, em dias de pouca e falsas expectativas de vida,
Por tudo isso, tu és abençoado.

Fazei com que tua vida tenha maior valor, espalhando as bênçãos que já possuis.

Aprendei a caminhar e desbravar teus próprios mistérios, desvendar teus singelos sonhos, que habitam em ti através da luta incessante pelo aprimoramento.

Fazei com que o Amor, acima das paixões, por tudo e por todos, cumpra seu papel, conforme te foi designado.

Buscai que a tua procura e as descobertas que te fascinam e dominam teus dias sejam pela verdadeira Paz, que te fará sentir pleno de forças e sabedoria.


Texto escrito através de Márcio Godofredo.

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Texto recebido pelo email



"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)

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