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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Equilíbrio entre tempo e dinheiro sustenta o ciclo da prosperidade

SÃO PAULO - De acordo com o especialista em administração de tempo e produtividade, Christian Barbosa, a vida acontece em "ciclos pessoais", marcados pela forma como as pessoas escolhem e decidem levar suas rotinas, conseguindo acumular riqueza ou não.
"Esses ciclos se equiparam à imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro, que pode ser ascendente, descendente ou contínua no mesmo ponto", explicou Barbosa.
O ciclo da prosperidade (ascendente) é aquele em que as pessoas dão resultados e sabem como usar bem o tempo. "Elas conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis".

Quando a situação piora

Um outro ciclo é o da sobrevivência (contínuo no mesmo ponto), quando a pessoa não perde riqueza, mas também não acumula. Nesta situação, a pessoa se conforma apenas em sobreviver, tendo dinheiro suficiente para pagar suas contas e permanecer no mesmo ponto de sua carreira. O tempo, para elas, também é mal utilizado na maioria das vezes.
Pior do que essas pessoas, por sua vez, estão aquelas no ciclo da frustração (descendente). "Engloba as pessoas que não conseguem ter tempo para o que gostam, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, estão atrasadas em suas atividades e o estresse configura-se como parte integrante da vida", ressaltou Barbosa.
Para conseguir se manter no ciclo da prosperidade, Barbosa indicou que a pessoa faça uma autoanálise com o intuito de descobrir em que fase da vida se encontra.

Relação tempo e dinheiro

Além disso, é preciso encontrar a sinergia entre tempo e dinheiro, já que dificilmente uma pessoa conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada.
"Ou seja, para aproveitar o seu dinheiro, você precisa de tempo; e para gozar as suas horas livres, você necessita de recursos financeiros. Isso não significa a conquista de um sonho utópico ou ganhar na loteria, mas aprender a usar esses dois pontos fundamentais de maneira que gerem prosperidade, independentemente da quantidade possuída de cada um deles atualmente".

Fontes de origem: http://br.pfinance.yahoo.com/21092009/22/financas-dinheiro-sustenta-ciclo-da.html

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Fazer sexo por dinheiro já foi um ato sagrado

por Álvaro Silva

O costume pode assombrar as mais liberais das mocinhas de hoje, mas foi registrado pelo grego Heródoto, no século 3 a.C. Na Babilônia, nenhuma mulher se casava antes de passar pelo templo de Istar, deusa do amor e da fertilidade. Lá, ficava à espera do primeiro homem que lhe jogasse uma moeda. Os mais generosos jogavam três. Mas o que importa é que a mulher não podia recusar o parceiro: para os babilônicos, a deusa ficaria muito ofendida caso a oferta não fosse aceita, e o casamento da jovem não teria o menor futuro.

Segundo Heródoto, depois de pegar os trocados, a senhorita deveria tirar a roupa e transar com o estranho ali mesmo, no templo da deusa.

Outra pista histórica da fé em Istar é o poema da sacerdotisa Enheduana, filha do rei Sargão de Agade (2334-1179 a.C.), que alertava: “Desde que a senhora Istar desceu à terra do Sem-Retorno / O touro não cobre mais a vaca, o asno não se curva mais sobre a sua fêmea / O homem não se curva para a mulher na rua / O homem dorme em seu aposento / A mulher dorme sozinha”.

Fonte:

"Deusas" casavam com reis

Álvaro Silva

No mesmo período em que mulheres se prostituíam em nome de Istar, devotas de Inana – deusa da fertilidade dos sumérios – encenavam o casamento da divindade. Durante a celebração, que coincidia com o ano novo, uma mulher era escolhida na multidão para representar Inana. E o rei, tido como uma figura divina, transformava-se em Dumuzi, seu amante.

Após os primeiros cânticos, os dois passavam para um aposento à parte, na torre do templo – o zigurate. Lá, a mulher conduzia o monarca. Ela deveria dançar sensualmente, perfumar as coxas com aromas silvestres e deitar seu amante no leito, onde manteriam relações sexuais.

O rito estendeu-se pelo Oriente Médio, até ser incorporado à cultura grega. Inana foi substituída por Afrodite. E a prática passou a ser chamada, entre os gregos, de hieros gamos, ou “sexo sagrado”.

Sexo santo

• Os rituais de sexo sagrado foram uma prática comum em diversos povos por quase um milênio. Os relatos mais antigos sobre sacerdotisas-prostitutas estão no épico Gilgamesh, escrito por volta de 2500 mil a.C., em que a deusa adorada é a babilônica Istar.

• Existem diversas explicações sobre a origem dos ritos sexuais. Uma das mais aceitas é a de que as celebrações derivem dos ritos de casamento de tribos primitivas. Em muitas tribos, a mulher, antes de casar-se, era entregue a um outro homem.

• O povo romano foi o último a ver o sexo como sagrado. As mulheres iam até o templo da deusa Juno Sospita e, em troca de favores, transavam com estranhos. O fim do costume é explicado pela expansão do Império. Durante as guerras, os romanos passaram a cultuar deuses – protetores dos soldados.

http://historia.abril.com.br/religiao/fazer-sexo-dinheiro-ja-foi-ato-sagrado-434113.shtml

sábado, 27 de junho de 2009

Navegação sustentável

De olho na preservação do meio ambiente, surgem barcos abastecidos por energia solar e biodiesel

NATÁLIA LEÃO


ESTIMA-SE QUE CERCA de 8,4 milhões de toneladas de petróleo sejam lançadas ao mar todo ano. Para se ter uma ideia do que isso representa, basta verificar que apenas quatro litros de petróleo despejados ao mar podem poluir aproximadamente 378 milhões de litros de água, o equivalente ao consumo de 50 pessoas durante um ano.

Dados do Greenpeace apontam que os recursos terrestres, como refinarias e instalações petroquímicas costeiras, além de resíduos urbanos, sejam responsáveis por 44% dos poluentes que entram nos mares, enquanto os depósitos na atmosfera, gases e substâncias químicas que se acumulam no ar, respondem por 33% e o transporte marítimo é responsável por 12%. Se depender do suíço Raphaël Domjan, 35 anos, este último índice será reduzido a zero. Domjan lidera o Planet Solar, um projeto avaliado em 6 milhões de euros que prevê a criação de um barco movido a energia solar. O objetivo é iniciar uma volta ao mundo a bordo da embarcação até o fim de 2009. "Em 2002 tive a oportunidade de navegar um barco abastecido com energia solar e percebi como aquilo era pouco utilizado e divulgado. A energia solar não é uma utopia, por isso resolvi mostrar a todos, por meio do Planet Solar, que esta tecnologia é viável e competitiva", disse Domjan à DINHEIRO.


EARTHRACE:
lancha movida a biodiesel foi criada pelo neozelandês Pete Bethune (foto) e deu a volta ao mundo em 60 dias

Para dar vida ao barco, Domjan conta com o patrocínio do Fundo de Investimentos Suíço Rivendell, além de parcerias com empresas privadas e uma equipe de 30 funcionários. O Planet Solar terá 31 metros de comprimento, 15 metros de largura, seis de altura e deslocará 60 toneladas em alto-mar. Como ele demandará muita energia, os designers pensaram em uma solução para capturar o máximo de luz solar. Por isso, eles criaram um barco recoberto por 470 metros quadrados de painéis fotovoltaicos, que captarão a luz do sol e a transformarão em eletricidade. Se o sol incidir nos painéis durante oito horas diárias, serão produzidos 827,2 kW/h de energia - o suficiente para abastecer uma casa com quatro moradores durante um mês. "Essa energia será armazenada em baterias e garantirá de três a quatro dias de navegação sem recarga", explica Domjan. O interior do barco será dividido em quatro cabines, um banheiro e uma cozinha. Do lado de dentro, tudo funcionará com a energia do sol, inclusive chuveiros, iluminação e utensílios domésticos.

"Projetos como este são muito bem-vindos", afirma Ricardo Baitelo, coordenador de campanha de energias renováveis do Greenpeace. "No futuro, a energia fóssil vai se tornar mais cara e escassa. Com o aumento da escala, a energia renovável ficará mais barata e poderá se tornar competitiva." De acordo com dados do Instituto de Estudos Energéticos da USP, os combustíveis fósseis - carvão, petróleo e gás natural - representam atualmente mais de 80% de toda a energia consumida no mundo, a energia nuclear surge com 6,6% e as fontes renováveis com 13,6%. Apesar do avanço nas pesquisas, há quem ache que esta é uma realidade muito distante. "Não vejo um interesse dos estaleiros e da indústria náutica em serem ecologicamente corretos. O custo de pesquisa para produzir um barco com autonomia movido a energia solar seria muito alto", afirma Jorge Nasser, vice-presidente da Acobar, Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos. Existem, contudo, empresas que estão remando contra essa maré.

PLANET SOLAR:
o barco será recoberto por 470 m2 de painéis fotovoltaicos, que captarão luz solar e a transformarão em energia

Em junho do ano passado, o barco Earthrace bateu o recorde mundial ao ser a primeira lancha a dar a volta ao mundo em 60 dias, 23 horas e 49 minutos. Além de ser a primeira embarcação do tipo a completar o percurso em tão pouco tempo, o Earthrace inovou ao realizar o trajeto com motor movido a biodiesel. O objetivo do idealizador do projeto, o neozelandês Pete Bethune, está longe de ser o de desafiar os limites da velocidade. Exfuncionário de uma empresa que atua no setor petrolífero, ele só quis mostrar ao mundo que o uso de energias renováveis é confiável. "Só quero divulgar a ideia de que as pessoas podem levar suas vidas de maneira sensacional e ainda assim cuidar melhor do meio ambiente. Tudo que elas têm que fazer é pensar um pouco mais no que fazem", reforçou Bethune.

O Earthrace custou 3 milhões de euros e foi pensado para evitar agressões à natureza - partes do barco foram construídas com fibras de cânhamo, planta da família das Canabis; a pintura utilizada é biodegradável; os lubrificantes utilizados pelos motores são de fontes vegetais; as roupas da tripulação foram confeccionadas com algodão biológico e a alimentação da equipe foi composta de ingredientes orgânicos de cada local onde o barco aportou. Hoje, o Earthrace é vendido por US$ 1,5 milhão. Quanto ao Planet Solar, quando ele deixar as pranchetas para invadir o mar, será possível comprar ingressos para participar de alguns dos trechos de sua trajetória.

Fonte:http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/598/artigo129105-1.htm

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Use papel Alumínio para economizar dinheiro e a natureza

Faça você mesmo: dicas para usar o papel alumínio com criatividade

Sustentabilidade é um termo que está cada vez mais presente em nossas vidas. Ações sustentáveis visam suprir as necessidades de uma população preservando o meio ambiente e a biodiversidade. Uma forma simples de preservar o meio ambiente é evitar a utilização de materiais descartáveis, que são jogados no lixo após serem utilizados uma única vez. Por exemplo, um copo plástico leva em média 50 anos para se decompor. Imagine agora quantos copos você não utiliza por dia para beber água e café.

O papel alumínio é um material barato e que pode ser utilizado na conservação de muitos objetos, como pinceis e latas de tinta. Além disso, você poderá solucionar problemas simples como colar ladrilhos que soltam do piso ou polir objetos cromados.

Veja como usar o papel alumínio com criatividade para economizar a natureza e o seu dinheiro:

• Faça um funil com papel alumínio - Não consegue encontrar um funil? Pegue uma folha dupla de papel-alumínio resistente e enrole, formando um cone. Esse funil improvisado tem uma vantagem sobre o funil de plástico: você pode dobrar o papel-alumínio para alcançar orifícios difíceis, como o do abastecimento de óleo do motor do cortador de grama.

• Recole o ladrilho do piso de vinil – Reposicione o ladrilho no piso, ponha sobre ele um pedaço de papel-alumínio e passe o ferro de passar quente sobre o ladrilho, até sentir que a cola embaixo está derretendo. Ponha uma pilha de livros ou tijolos sobre ele para fixar enquanto a cola seca. Essa técnica também é útil para uniformizar protuberâncias e endireitar o acabamento dos pisos de placas de vinil.

• Crie uma paleta de tinta usada por artistas - Corte um pedaço de papel-alumínio resistente, franza as bordas para cima e você terá uma paleta para misturar tintas. Se quiser algo um pouco mais sofisticado, corte um pedaço de papelão no formato de uma paleta, faça o buraco para o polegar e cubra com papel-alumínio. Ou, se você já tiver uma paleta de madeira, cubra-a com papel-alumínio antes de cada uso e depois simplesmente retire o papel alumínio em vez de limpar a paleta.

• Mantenha suas tintas frescas - Quando você abre uma lata de tinta já usada, normalmente encontra uma película ressecada na superfície. Isso não apenas é chato de remover, como os pedaços ressecados podem cair na tinta e prejudicar sua pintura. É possível evitar que a tinta resseque lançando mão de um duplo ataque ao fechar uma lata de tinta já utilizada: primeiro, ponha um pedaço de papel-alumínio sob a lata e faça um risco em volta dela. Recorte o círculo e ponha esse disco de papel alumínio na superfície da tinta. Depois, respire fundo, sopre na lata e coloque rapidamente a tampa. O dióxido de carbono que você soprou na lata substitui o oxigênio e ajuda a impedir que a tinta resseque.

• Forre a bandeja de tinta com papel alumínio - Limpar a bandeja de tinta é horrível, por isso que muitas pessoas compram bandejas plásticas descartáveis. Porém, forrar uma bandeja metálica com papel-alumínio funciona do mesmo jeito. Você economizará dinheiro e evitará desperdícios, ajudando assim a preservar o meio-ambiente

• Faça um refletor para iluminar suas fotografias - Fotógrafos profissionais usam refletores para direcionar o foco de luz para áreas escuras do objeto e para uniformizar a iluminação geral. Para fazer um refletor, cubra um pedaço de papelão com cola de borracha e forre com papel-alumínio, com o lado brilhante para cima. Você pode construir um único refletor, do tamanho que desejar, mas é melhor fazer 3 painéis com papel alumínio e uni-los com fita isolante para que fiquem em pé sozinhos e dobrem de forma a facilitar o transporte e a armazenagem.

• Dê polimento ao cromo - Para deixar brilhantes utensílios domésticos, carrinhos de bebê, cabos dos tacos de golfe e pára-choques de carros antigos, amasse um pouco de papel-alumínio com o lado brilhante para fora e esfregue com força. Se esfregar com bastante força, o papel alumínio chega até a remover a ferrugem. Aviso: a maioria dos “cromados” de carros novos é na verdade plástico, ou seja, não os esfregue com papel alumínio.

• Proteja as maçanetas durante a reforma e pintura da casa - Quando for pintar portas, o papel alumínio é ótimo para envolver as maçanetas, evitando que fiquem sujas de tinta. Sobreponha o papel na porta quando embrulhar a maçaneta e depois passe um estilete em volta da base da maçaneta para aparar o papel. Assim você pode pintar até a borda da maçaneta. Além de embrulhar as maçanetas das portas que você vai pintar, embrulhe todas as maçanetas que estão no caminho até o local onde você vai limpar as mãos e os pincéis.

• Mantenha o pincel úmido e você não precisará limpá-lo- Vai continuar a pintar amanhã? Não se preocupe em limpar o pincel – é só retirar o excesso de tinta e embrulhá-lo bem apertado em papel-alumínio (ou filme plástico). Use um elástico para prender bem o papel-alumínio no cabo do pincel. Para guardá-lo molhado por mais tempo, ponha o pincel embrulhado no freezer, como um picolé sabor alumínio. No entanto, não se esqueça de descongelar o pincel cerca de uma hora antes de usá-lo.


Extraído do livro Economize Fácil.
http://www.selecoes.com.br/selecoesevoce/casa

"Na busca da sabedoria, o primeiro estágio é calar, o segundo ouvir, o terceiro memorizar, o quarto praticar, o quinto ensinar."Rabi Salomon Ibn Gabirol (Século XI; Espanha)

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